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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Farinha-seca

Farinha-seca

Nome científico: Ouratea castaneifolea.

Sinônimo popular: Fruta-mickei.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Brasil, nas regiões Sudeste, Centro-oeste  e parte do Nordeste.

Ocorrência: Nos biomas do cerrado e mata atlântica.

Características: É uma árvore de até 8 metros de altura, bem esgalhada, tronco castanho-acinzentado, liso, folhas lanceoladas, serrilhadas nas bordas, verdes-brilhantes. O fruto é rodeado por pequenas castanhas, normalmente é vermelho e as castanhas cinza-enegrecidas quando maduras (essa da foto é uma variedade albina).

Uso medicinal: É antioxidante (retarda o envelhecimento), anti-tumoral (previne e impede o crescimento de tumores internos e externos), anti-inflamatória (artrite, artrose, etc.), vasodilatadora (evita entupimento das artérias) e anti-microbiana.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Casca e folhas.

Dosagem e modo de usar: 20 a 30 gramas da casca (por decocção) ou folhas (por infusão) por um litro de água. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia. Se for como preventivo, use durante 10 dias três vezes por ano. Para tratamento de artrites e artroses, use durante 40 dias seguidos.

Observação: Nunca exceda a dosagem recomendada. Mesmo sendo um tratamento natural, é preciso se ater a isso. Uma dosagem maior pode acarretar riscos.E nunca deixe de consultar o seu médico.
Ótima saúde para todos!

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Aguapé

Aguapé

Nome científico: Pontederia crassipes.

Sinônimos populares: Príncipe, rainha-da-pampulha, etc.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Características: É uma planta aquática, com raízes submersas, pequeno pseudobulbo e folhas arredondadas, verdes-lustrosas.

Habitat: Lagoas e rios mais lentos.

Uso medicinal: É excelente depurativo e diurético.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas secas.

Dosagem e modo de usar: Uma ou duas folhas por um litro de água, em infusão. Beber de 3 a 5 xícaras por dia, durante 10 ou 15 dias.

Curiosidade: Os índios utilizam as folhas do aguapé, secas e moídas, como substituto do sal. E, do ponto de vista médico, é muito mais saudável.

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Lírio-do-brejo

Lírio-do-brejo

Nome científico: Hedychium coronarum.

Sinônimos populares: Lágrima-de-moça e borboleta.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: África. No Brasil, tornou-se uma planta invasora, ocorrendo com frequência em locais brejosos.

Características: É uma planta de até 1,80 altura, com caule macio, folhas alternas, lanceoladas, com cerca de 70 centímetros, verdes-brilhantes. Flores brancas, em cachos, vistosas.

Tipo de solo: Solos férteis, argilosos, brejosos.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: Contra alergias, asma e bronquite.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Os rizomas.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas do rizoma por um litro de água, em decocção. beber de 3 a 5 xícaras por dia, durante uns 3 ou 4 dias.

Observação: Se for adoçar, utilize açúcar mascavo, rapadura ou mel, pois não possuem aditivos químicos.
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Cipó-cabeludo

Cipó-cabeludo

Nome científico: Mikania hirsutissima.

Sinônimos populares: Guaco-cabeludo e micânia.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos biomas do cerrado e mata atlântica.

Características: É uma trepadeira de caule delgado, cheio de pelinhos, folhas cordiformes, opostas, meio lixentas ao tato, verdes-brilhantes. Sua floração ocorre em pequenos cachos brancos.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Gosta de meia-sombra, mas adapta-se em sol pleno.

Uso medicinal: É excelente como diurético e inflamações das vias urinárias e como analgésico.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas depois de secas.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de folhas secas, mais ou menos umas 8 folhas, por um litro de água, em infusão. Beber de 3 a 5 xícaras por dia, durante 5 dias.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Oficial-de-sala

Oficial-de-sala

Nome científico: Asclaepias curassavica.

Sinônimos populares: Paina-do-campo, erva-de-paina e muitos outros.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o território brasileiro.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis e semi-úmidos.

Luminosidade: Sol pleno.

Características: É uma erva de até 1,20 metro de altura, pouco esgalhada, folhas lanceoladas, opostas cruzadas, verdes-brilhantes, com flores vistosas, ornamentais, amarelo-avermelhadas. Caule liso. Quando machucada, emite um látex branco. Em grandes quantidades é tóxica. Por exemplo, 70 gramas dessa planta podem matar uma pessoa de 70 KG.

Uso medicinal: Vários estudos científicos foram feitos sobre o poder medicinal dessa planta. Entre esses, gostaria de citar o da Universidade de Ti Qar no Iraque. possui propriedades anti-hemorrágicas, analgésicas, antibióticas, anti-inflamatórias, antioxidantes e anti-cancerígenas. É considerada a planta mais eficiente contra o câncer, com efeitos surpreendentes.



    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: O látex ou a folha.

Dosagem e modo de usar: Uma ou duas gotas do látex por um copo de 150 ml. Tomar dividindo em duas doses diárias de 75 ml. Ou uma folha macerada em um copo de 150 ml, também dividindo em duas doses de 75 ml por dia. fazer esse tratamento por, no mínimo, 30 dias.

Observação importante: Nunca exceda a dosagem recomendada de nenhum remédio. A diferença entre o remédio e o veneno está na dosagem. Algumas pessoas acreditam que, se fizerem uma dose mais forte, o efeito será mais rápido. Isso não é verdade e é irresponsável. Por isso, atente-se a dosagem recomendada.

Conselho: Embora seja recomendada como tratamento de câncer, não significa que cura todos os casos, uma vez que depende do estágio da doença e da química de cada indivíduo. Nunca deixe de consultar o médico e de seguir tratamentos recomendados.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Mentrasto

Mentrasto

Nome científico: Ageratum conyzoides.

Sinônimos populares: Erva-de-são-joão e catinga-de-bode.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Características: É uma erva de até 60 centímetros de altura, pouco esgalhada, caule marrom-arroxeado, aveludado, folhas crenadas, ovadas, verdes-brilhantes. Flores pequenas, branco-arroxeadas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal: Cólicas intestinais, diarreia e reumatismo agudo, excelente ansiolítico, calmante, combate a insônia.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: A parte aérea da planta.

Dosagem e modo de usar: De 5 a 10 gramas de planta por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Candeia

Candeia

Nome científico: eremanthus eythropappus ou Gochnatia polimorpha.

Sinônimos populares: Pau-de-candeia ou cambará.


              Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no cerrado e parte da caatinga.

Características; É uma árvore de até 15 metros de altura, bastante esgalhada, tronco semi-reto, com a casca com fibras compridas. Folhas ovaladas, opostas, verdes-foscas. Flores pequenas, em cachos, amarelas-creme.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: É expectorante e antiespasmódica. Usada para tratar de vômitos, contrações e cólicas abdominais, além de dores intestinais. O óleo extraído de sua madeira é utilizado na indústria cosmética.



                     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas e entrecasca frescas.

Dosagem e modo de usar: De 10 a 15 gramas de folhas ou entrecasca por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.
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