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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cagaita (cagaiteira)

Cagaita (cagaiteira)

Nome científico: Stenocalyx dysentericus.

Ocorrência: Brasil, em todo o bioma do cerrado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Sinônimos: Não possui.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes e secos, solos ácidos e bem drenados.

Características: Árvore de porte médio, com tronco de casca enrugada, áspera, folhas verde brilhante e frutos amarelo-limão. O seu fruto deve ser ingerido com cautela, pois, provoca diarréia e incômodos estomacais, daí o seu nome Cagaiteira, em referência popular aos seus efeitos.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Uso medicinal: Usado como anti-diarréico eficiente.

Partes usadas: Folhas verdes e casca.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Dosagem: 50 gramas de folhas ou casca maceradas em um litro de água. Beber 6 xícaras por dia. Importante: não use nenhum aditivo como adoçante.

Boa saúde para todos!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Bate-caixa

Nome científico: Policourea rigida.

Sinônimos: Não tem.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos

Ocorrência: Brasil, no bioma do cerrado.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados, com uma estação  seca e outra chuvosa durante o ano.

Uso medicinal: Infecções nos rins e vagina.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas secas. Faço aqui uma observação importante: nunca use folhas mortas e caídas ao solo. Colha folhas verdes e seque-as ao sol. Assim mantém as suas características terapêuticas.

Dosagem: 50 gramas de folhas secas por litro de água, fervidas como chá. 5 ou 6 xícaras por dia. Não use açúcar ou adoçante. Se não gostar do chá in natura, adoce com mel, açúcar mascavo ou rapadura, sem aditivos químicos.

Lembre-se sempre que todo medicamento deve ser usado com cautela.
Boa saúde para todos!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mama-cadela


  Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Nome científico: Brosimum gaudichaudii.

Ocorrência: Cerrado brasileiro, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Goiás.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Características: É um arbusto de até 1,5 metro de altura, com folhas elípticas, verdes, enervadas que aparecem lateralmente ao caule. Facilmente reconhecida pelos frutos que são esferoidais, amarelo intenso.

Uso medicinal: É utilizada no combate ao vitiligo e outras doenças de pele, causadoras de descamação, bronquites e má circulação do sangue.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos

Partes usadas: A raiz.

Dosagem: 10 gramas da raiz por litro de água,fervida como chá, para uso oral. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Para banhar a pele, pode-se usar 20 gramas de raiz por litro de água.

Lembre-se de que todo medicamento de ser usado com cautela.
Boa saúde para todos!


domingo, 20 de janeiro de 2013

Pau-terra


Nome científico: Qualea grandiflora.

Ocorrência: Brasil, nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Planta típica do cerrado, vive em ambiente com uma estação chuvosa e outra seca. Gosta de solos ácidos e bem drenados.

Características: Árvore que pode chegar a  15 metros de altura, com folhas verdes de até 25 cm de comprimento, coriáceas e brilhantes. Tronco rugoso e flores amarelas.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Uso medicinal: As folhas verdes são empregadas no tratamento de úlceras, gastrite, cólicas intestinais. A casca tem ação anti-inflamatória e cicatrizante.

Partes usadas: Folhas e casca.

Dosagem: 15 gramas de folhas verdes maceradas em um litro de água ou 50 a 80 gramas de casca de molho em um litro de água. Tomar 5 ou 6 xícaras por dia.

Lembrando sempre que todo medicamento, mesmo natural, deve ser tomado com responsabilidade e com o consentimento do seu médico, principalmente se você toma outros medicamentos.
Boa saúde para todos!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Pau d'óleo

Nome científico: Copaifera lucens , Copaifera langsdorffii.

Ocorrência: Colômbia,Venezuela e Brasil, na mata atlântica, matas de transição, cerrado e floresta amazônica.


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Sinônimos:  Copaíba, Copaíba verdadeira, Pau d'óleo verdadeiro e Capiúva.

Características: Árvore de copa encorpada, folhas pequenas, verde-brilhantes. Pode chegar aos 50 metros de altura e tronco de até 2 metros de diâmetro.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Uso medicinal: Tem ação anti-inflamatória, antibacteriana e antifúngica. Ótimo cicatrizante, combate dermatites, eczema, psoríase e úlcera estomacal.

Partes usadas: Óleo retirado do seu tronco através de perfuração.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Dosagem: Para uso externo pode se usar o óleo puro. Para uso interno, usa-se 2 ml por litro de água. Toma-se 1 ou 2 xícaras de chá por dia.

Todo medicamento deve ser usado com responsabilidade. Nunca exceda a dose recomendada.
Boa saúde para todos!


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Tanchagem

Nome científico: Plantago major.

Sinônimos: Transagem, Tansagem, Tranchagem.


     Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Ocorrência: Todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de ambientes frescos e bem irrigados, bem adubados, como hortas, por exemplo.

Características: É uma planta pequena, com folhas verdes, brilhantes, enervadas, com floração em espigas de ate 35 cm.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Uso medicinal: Bom para azia, afecções das vias respiratórias, anti-inflamatório muito usado para infecções da boca, gengivas e garganta. É também usada como depurativo do sangue.

Partes usadas: Somente as folhas.

Dosagem: Para uso interno, usa-se 30 gramas por litro de água, 3 ou 4 xícaras por dia, fervidos como chá. Para gargarejos usa-se 60 a 80 gramas por litro de água, gargarejando de duas em duas horas.

Boa saúde para todos!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cavalinha


Nome científico: Equisetum giganteum, Equisetum ramosissimum, Equisetum sylvaticum e Equisetum arvense.

     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Sinônimos: Milho-de-cobra e Rabo-de-cavalo.

Origem: Brasil.

Ambiente: Gosta de solos brejosos ou beira de rios e córregos.

Características: Planta de caule fino, esverdeado,que se parece com um babuzinho. Pode chegar ate 1,50 metro de altura.

     Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Uso medicinal: Diurético. Combate infecções dos rins e bexiga.

Partes usadas: Todo o caule.

Dosagem: 50 gramas por um litro de água, fervido como chá. Tomar 3 ou 4 xícaras por dia.

Cuide bem de sua saúde. Vá ao médico com regularidade. Não abuse de medicamentos, mesmo que naturais.
Boa saúde para todos!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cipó-chumbo

Nome científico: Cuscuta umbellata.

Ocorrência: Brasil, nas regiões sul, sudeste e cetro-oeste.


      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos

Ambiente: Gosta de ambientes ensolarados, secos e quentes.

Características: É um cipó delgado, sem folhas, normalmente de coloração amarela, com flores minúsculas, brancas. É um parasita, se fixando em outras plantas, gramíneas e arbustos, deles sugando a seiva.

     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Uso medicinal: É usado como adstringente, estomáquico, diurético e cicatrizante.

Partes usadas: Toda a planta.

Dosagem: 50 gramas por litro de água, fervido como chá, 4 xícaras por dia. 100 gramas por litro de água para gargarejos, no caso de infecção da garganta. Seco e reduzido a pó, pode ser usado diretamente sobre as feridas.

Consulte o médico periodicamente e use todo q qualquer medicamento com responsabilidade.
Boa saúde para todos!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Alecrim-de-jardim

Nome científico: Rosmarinus officinalis, Rosmarinus hortensis e Rosmarinus latifolius.

Sinônimos: Alecrim-romarinho, Alecrim, Libanotis.


                                                       Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o território nacional, uma vez que é cultivado em hortas e jardins.

Ambiente: Gosta de ambientes bem iluminados, solos bem adubados e com regas constantes.

Características: Pequeno arbusto que alcança até 1,20 altura, folhas opostas cruzadas, verdes por cima e meio esbranquiçadas por baixo. Distingue-se por seu perfume forte e agradável.


                                                       Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Uso medicinal: Usado para debilidades do coração e do fígado, combater febres, gases intestinais e como cicatrizante.

Partes usadas: Folhas e flores.

Dosagem: 15 ou 20 gramas para um litro de água, em infusão, 4 ou 5 xícaras por dia.
Pode-se também usar o suco de suas folhas ou  folhas secas, em pó, como cicatrizante, aplicando diretamente na ferida.

Use sempre todo e qualquer medicamento com responsabilidade e com o consentimento do seu médico.
Boa saúde para todos!