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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Abacaxi-do-cerrado

Abacaxi-do-cerrado

Nome científico: Ananas comosus.

Sinônimos: Ananás e abacaxi-do-mato.

Ocorrência: Em todo o Brasil. Ocorre no cerrado, nos campos, na caatinga e na orla da floresta amazônica.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados e com muita luminosidade.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma bromélia com folhas radicais, em feixes, com espinhos nas bordas. Produz um fruto semelhante ao abacaxi comum, porém menor e um pouco mais ácido.

Uso medicinal: É um excelente antioxidante, combate o mau colesterol, evita o acúmulo de gordura pelo organismo, combate gripes e resfriados, ajuda a prevenir e a expulsar cálculos renais e vesicais, combate as enfermidades da bexiga e da próstata. Possui enzimas digestivas que auxiliam na digestão.

Partes usadas: O fruto maduro.

Dosagem e modo de usar: Para gripes e resfriados faz-se um xarope usando 200 gramas de polpa, 500 ml de água e 150 gramas de rapadura ou mel, batidos no liquidificador e coado. Ferva até encorpar. Para os outros males use o fruto in natura.

Ótima saúde para todos!


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Funcho

Funcho

Nome científico: Anethum foeniculum , Foeniculum dulce.

Sinônimos: Anis-doce e erva-doce.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Amplamente cultivado em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos bem preparados, férteis, bem drenados e boa luminosidade.

Características: É um arbusto de 1 a 2 metros de altura, folhas alternas, amplas, recortadas, com seguimentos delgados, verde-pálido, com aroma característico agradável.

Uso medicinal:  Suas sementes são boas para abrir o apetite, fortalecedoras do coração e da musculatura estomacal. Muito usado nas dispepsias, cólicas, diarreias e vômitos. Aumentam a secreção de leite em mães que amamentam. As raízes são diuréticas.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Sementes, folhas e raízes.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de sementes por um litro de água, fervidos como chá. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. 30 gramas de folhas secas por um litro de água, fervidas como chá. Tomar 3 ou 4 xícaras por dia. 20 gramas de raiz por um litro de água, fervida como chá. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Girassol

Girassol

Nome científico: Helianthus annuus.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Embora seja originário da América do Norte, é bastante cultivado no Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados e bastante iluminação. Seu nome origina-se de que sua flor segue a trajetória do sol, o que de fato não acontece com todas as plantas, sendo, na verdade, uma coincidência.

Características:  É um arbusto de até 2 metros de altura, com folhas alternas verde-esbranquiçadas. Sua peculiaridade é o tamanho de suas flores amarelas.

Uso medicinal: Cicatrizante, anti-nevrálgico e enxaquecas e dores de cabeça de fundo nervoso.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas e sementes.

Dosagem e modo de usar: Como cicatrizante, usa-se suas o sumo de suas folhas maceradas aplicado diretamente sobre o local afetado.
Para as dores de cabeça e enxaqueca, usa-se uma espécie de café feito com suas sementes torradas.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sálvia

Sálvia

Nome científico: Salvia officinalis.

Sinônimos: Salva, salva-dos-jardins, salva-das-boticas, salva-ordinária.


    Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Indeterminada, mas bastante cultivada no Brasil.

Ambiente: Quente, meia-sombra, solo fértil, bem drenado, mas mantido úmido.

Características: É uma planta herbácea, com até 60 centímetros de altura, hastes formando pequenas moitas, semi-erectas, folhas opostas, cruzadas, abundantes, verde-esbranquiçadas, rugosas, flores brancas ou violeta.

Uso medicinal: Má digestão, debilidades do estômago, gengivites, feridas, inflamação da garganta, picadas de abelha, resfriados, bronquite, tosse,expectoração difícil.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar: O chá é feito usando-se 15 gramas de folhas frescas para um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Para tratamento de gengivites usa-se o sumo das folhas com um pouco de água em bochechos. Para feridas externas, aplica-se as folhas maceradas diretamente sobre o local afetado.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Malva

Malva

Nome científico: Malva sylvestris, Malva hirsuta e Malva vulgaris.

Sinônimos: Malva-de-botica, malva-grande e malva-verde.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Planta bastante cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados. Se adapta melhor a meia-sombra, mas pode ser cultivada em sol pleno, desde que seja regada com maior frequência.

Características: É uma planta de até 60 centímetros de altura, ramosa, folhas alternas, longipecioladas, recortadas, serreadas. Flores róseas com estrias vermelhas, em cachos de 3 a 5 nas axilas das folhas.

Uso medicinal: Anticatarral, béquica, calmante, emoliente, ótima para afecções da garganta e bastante eficaz contra inflamações em feridas externas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas, flores e raiz.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de folhas, flores ou raiz por um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Em feridas, pode se aplicar as folhas frescas amassadas diretamente sobre o local afetado.

Ótima saúde para todos!



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Salsaparrilha

Salsaparrilha

Nota: Existem várias espécies de salsaparrilha, todas com os mesmos princípios medicinais, algumas, inclusive, conhecidas falsamente como japecanga.

Nome científico: Smilax medica, Smilax officinalis, Smilax syphilitica, Smilax peruviana, Monoecia hexandria, Smilax brasiliensis e Smilax syringoides.

Sinônimos:  Sarsaparrilha, sarza, salsaparrilha-das-boticas e salsa-americana.


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Ocorrência: Em toda o continente americano, variando de espécie segundo o local.

Ambiente: Gosta de lugares frescos e sombreados. Solos adubados por folhas secas das árvores ao redor. Condiciona-se bem em áreas com duas estações definidas: uma chuvosa e outra seca.

Características: São plantas sarmentosas, com rizoma lenhoso, com nós e entrenós. A maioria apresenta espinhos recurvados. As folhas podem ser lisas, espinhosas, duras , macias, lanceoladas ou cordiformes. Nas fotos, mostramos duas espécies mais conhecidas em Minas Gerais.

Uso medicinal: Todas são depurativas, diuréticas, sudoríficas, combatem algumas enfermidades venéreas como a sífilis. Bastante úteis contra gota e reumatismo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: A raiz.

Dosagem e modo de usar: 50 gramas de raiz por um litro de água, em decocção. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Beldroega

Beldroega

Nome científico: Portulaca oleracea.

Sinônimos: Portulaca.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil.

Ambiente: Gosta de terrenos cultivados, solos férteis e bem drenados, com boa iluminação.

Características:  Erva de cerca de 30 centímetros, rasteira, ramosa, com folhas obovais, carnudas e flores amarelas ou róseas, pequenas. Não confundir com a onze horas, que possui flores maiores.

Uso medicinal: Eficaz nas doenças do fígado, bexiga e rins. Também eficaz contra escorbuto. Ótima para tratar inflamações nos olhos. Alivia a dor de queimaduras se aplicadamente sobre o local afetado. Facilita a cicatrização.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e talos.

Dosagem e modo de usar: O suco pode ser feito usando-se 100 gramas de folhas e talos por meio litro de água. Tomar uma colher de sopa de meia em meia hora. O chá pode ser feito usando-se de 60 a 100 gramas de folhas e talos por um litro de água. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Não usar adoçante.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Quitoco

Quitoco

Nome científico: Pluchea quitoco, Gnaphalium suaveolens, Lonchanthera sagittalis.

Sinônimos: Madre-cravo, caculucage e tabacarana.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos úmidos, meia sombra e bastante calor.

Características: É uma planta herbácea de até 80 centímetros de altura, com ramos e folhas parecidas com a carqueja, porém de coloração verde-escuro.

Uso medicinal: Eficaz conta bronquite catarral, histeria, reumatismo e dores no corpo.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas frescas.

Dosagem e modo de usar:  30 gramas de folhas frescas maceradas ou fervidas como chá por um litro de água. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Erva-de-bicho

Erva-de-bicho

Nome científico:  Polygonum hydropiper, Polygonum antihoemorrhoidale, Polygonum punctatum e Polygonum acre.

Sinônimos: Persicária, cataia, acataia, capetiçoba, pimenta-do-brejo, capiçoba e pimenta-d'água.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes e úmidos como os banhados, brejos, beira de rios e córregos.

Características: É uma erva de até um metro de altura, que se esgalha com abundância, nós dos caules com riscas avermelhadas, folhas peninervadas, compridas, verde-claro, flores brancas minúsculas.

Uso medicinal: Usada no tratamento da artrite, blenorragia,disenteria, febres, sífilis, vermes do intestino, erisipela ( como banho) e hemorroidas (clister).



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Todas a planta.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas da planta, principalmente as folhas, por um litro de água, fervidos como chá. Tomar duas a três xícaras por dia. Para banhos locais, use 30 gramas da erva por um litro de água. Para clister, use 40 gramas por um litro de água. Faça duas aplicações por dia.

Observação: Esse medicamento não deve ser usado por grávidas por ser fortemente abortivo.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Losna

Losna

Nome científico: Artemisia absinthium.

Sinônimos: Erva-dos-vermes e absinto.


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Embora originária da Ásia, é amplamente cultivada no Brasil.

Ambiente: Gosta de clima quente, solos férteis e bem drenados ( embora adapte-se em qualquer tipo de solo) e boa iluminação.

Características: É um semi-arbusto, com até 80 centímetros de altura, bem esgalhado, galhos esses que se espalham devido ao peso das folhas, crescendo quase rente ao chão, formando uma moita, folhas penatífidas, verde-esbranquiçado. Sabor característico amargo e flores pequenas amarelas.

Uso medicinal: Afecções do fígado, falta de apetite, diarreia, cólicas, vômitos, perturbações gástricas em geral, menstruação difícil e dolorosa e age como depurativo do sangue.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e flores.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas das folhas ou flores frescas maceradas em um litro de água fria. Tomar uma colher de chá de hora em hora.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Vinagreira

Vinagreira

Nome científico: Hibiscus sabdariffa.

Sinônimos: Caruru-azedo e quiabo-roxo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Embora seja de origem asiática e/ou africana, é bastante cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Quente e bastante iluminado. Solos férteis e bem drenados.

Características: É um arbusto de até 2 metros de altura, com galhos axilares vermelho-púrpura, folhas sinuadas, verde-escuro com manchas púrpuras. Flor amarelo-pálido com o centro púrpura. Fruto na cor vermelho-púrpura. É uma planta anual.

Uso medicinal: Possui funções aperientes, anestésicas, emolientes. Por ter bastante vitamina C, é um excelente anti-escorbútico. Anti-hipertensivo, estomáquico, diurético e expectorante.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas, flores e frutos.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de folhas ou flores por um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Com o fruto in natura se faz um suco usando-se 10 frutos por um litro de água, batidos em liquidificador e coado.

Importante: Se preferir adoçar o chá ou suco, use mel.

Ótima saúde para todos!


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Erva-cidreira-brasileira

Erva-cidreira-brasileira

Nome científico: Lippia alba.

Sinônimos: Erva-limão e erva-cidreira.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de locais bem iluminados, bem ventilados, solos férteis, bem drenados.

Características: É um arbusto de até 1,5 metro de altura, com folhas opostas, oblongo-agudas, ásperas, verde-fosco, e flores pequenas que variam entre o branco e o rosa.

Uso medicinal: Ótimo calmante, anti-espasmódico, combate as cólicas uterinas, o nervosismo e é um bom tonificante do estômago e do coração.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas de folhas frescas por um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Importante: Se preferir adoçar o seu chá, use mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Erva-cidreira

Erva-cidreira

Nome científico: Melissa officinalis.

Sinônimos: Melissa.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: Planta semi-rasteira, com até 50 centímetros de altura, com folhas opostas, crenadas, verde-lustroso, e odor característico similar ao do limão.

Ocorrência: Planta de origem européia bastante cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Aprecia solos férteis, bem drenados, meia-sombra.

Uso medicinal: Usada com sucesso nas afecções gástricas e nervosas, debilidade geral, dores de cabeça, reumatismo, enxaquecas, espasmos, icterícia, má circulação do sangue, palpitação do coração, resfriados, tosse e tonteiras.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas frescas.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas de folhas frescas por um litro de água em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Observação: Caso prefira adoçar o seu chá, use mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Hortelã-verde

Hortelã-verde

Nome científico: Mentha spicata.

Sinônimos: Hortelã e hortelã-da-horta.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É uma planta cultivada com sucesso em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, locais bem iluminados e com boa ventilação.

Características: É uma planta de 50 centímetros de altura, em média, bem esgalhada, com folhas serreadas, opostas, verde-brilhante.

Uso medicinal: Excelente para tosse e constipações. Possui uma substância chamada mentol, com qualidades anti-viróticas e anti-bacterianas. Útil como fortalecedor do sistema digestivo. Combate cólicas e diarreia.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas frescas.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas de folhas frescas por um litro de água, por decocção. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Observação: Se preferir adoçar o seu chá, use mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Hortelã-gorda

Hortelã-gorda

Nome científico: Coleus amboinicus.

Sinônimos: Menta, hortelã-pimenta e hortelã.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É de origem indiana, mas amplamente cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis e bem drenados. Aprecia locais bem iluminados e bem ventilados.

Características: É uma planta de até 60 centímetros de altura, ramos erectos e opostos. Folhas opostas, oval-alongadas, ligeiramente aveludadas, verde-fosco.

Uso medicinal: É expectorante, com propriedades antiespasmódicas, carminativas, estomáquicas, estimulantes e tônicas. Útil  também para as cólicas uterinas e dismenorreia.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e flores.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas de folhas ou flores frescas por um litro de água, fervidas como chá. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Importante: Se preferir adoçar o seu chá, use mel, rapadura ou açúcar mascavo.

Ótima saúde para todos!




quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Japecanga

Japecanga

Nome científico: Smilax japecanga.

Sinônimos: Japecanga-verdadeira.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, em praticamente toda a sua extensão.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes e bem ensolarados. Não é exigente quanto ao tipo de solo. É encontrada no cerrado, nas matas mais abertas, beiras de rios, etc.

Características: É uma planta trepadeira ou arbustiforme, conforme o local, caule cilíndrico, espinhoso, folhas duras, verde-fosco, flores pequenas e frutos em pequenos cachos nas axilas das folhas.

Uso medicinal: É um excelente depurativo, eficaz contra a sífilis, gota, reumatismo e doenças da pele.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Somente a raiz.

Dosagem e modo de usar: 50 gramas de raiz para um litro de água, em decocção. Tomar 3 ou 4 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Pariparoba

Pariparoba

Nome científico: Piper umbellatum, Piper sidefolium, Piper hilarianum, Piper peltatum, Piper macrophyllum, Piperonia umbellata, Potomorphe umbellata.

Sinônimos: Capeúa, aguaxima, malvaísco e caapeba ( existem também outras plantas com o nome popular de caapeba. Identifique pelo nome científico.)


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Características: É um arbusto de até 2 metros de altura, com caule nodoso, folhas grandes, largas, cordiformes, verde-claro.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes e com boa umidade. Solos férteis e úmidos. Lugares com média luminosidade.

Uso medicinal: Tem funções emolientes e desobstruentes. Combate o escorbuto e a atonia estomacal escorbútica. A raiz é sudorífica, diurética e febrífuga.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e raiz.

Dosagem e modo de usar: Uma folha macerada em meio litro de água. Tomar 2 ou 3 xícaras por dia. No caso do tratamento do escorbuto, esse deve ser feito de forma continuada por vários meses.
A raiz é usada na dosagem de 30 gramas por meio litro de água, em decocção. Tomar duas xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Manga ( mangueira)

Manga (mangueira)

Nome científico:  Mangifera indica.

Sinônimos: Nenhum. Apenas as espécies sofrem alteração dos nomes, de acordo com a região.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Origina-se da Índia, Filipinas e Paquistão, mas muito cultivada em todo o Brasil.

Características: É uma árvore de até 15 metros de altura, com tronco grosso, casca semi-enrugada, bastante esgalhada, folhas lanceoladas, duras, verde-brilhante. Flores pequenas, em cachos. Frutos carnosos, bastante conhecidos e comercializados.

Ambiente: Tolera bem qualquer tipo de solo. Gosta de ambientes quentes e bem iluminados.

Uso medicinal: Eficaz no combate à disenteria, febres, hemorragias uterinas, sarna e afecções cutâneas. Combate também vermes e lombrigas.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas:  Folhas, casca e amêndoa do caroço.

Dosagem e modo de usar: Na disenteria, coloque 60 gramas de folhas maceradas em meio litro de água. Tomar meia xícara de 2 em 2 horas. Para vermes e lombrigas, tomar 8 gramas de pó da amêndoa, diluída em uma colher de sopa de água, em dose única. Para outros males, usar 15 gramas de casca em uma xícara de água. Tomar uma colher de chá de 2 em 2 horas.

Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Boldinho

Boldinho

Nome científico: Plectranthus ornatus.

Sinônimos: Boldo-rasteiro, boldo-pequeno, tapete-de-oxalá, boldo-gambá e boldo-ornamental.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem chinesa, mas muito cultivado em todo o Brasil.

Ambiente: É uma planta que se adapta desde solos úmidos a lugares secos. Em geral gosta de ambientes quentes.

Características: É uma planta rasteira, com folhas arredondadas, verde-fosco, de cerca de 6 centímetros de diâmetro, com cheiro bastante similar ao boldo-sete-dores.

Uso medicinal: Doenças do fígado, má digestão e azia.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar: Duas folhas maceradas por xícara de água. Tomar pequenos goles de hora em hora.

Ótima saúde para todos!


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Taioba

Taioba

Nome científico: Xanthosoma sagittifolium.

Sinônimos: Macabo, mangarás, orelha-de-elefante, taiá, mangarito, mangará-mirim e mangareto.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes e úmidos, inclusive o solo. Se adapta melhor em ambientes com meia sombra.

Características: É uma planta de até 1,5 metro de altura, folhas cordiformes, lisas, verde-brilhante, de até 80 centímetros de diâmetro.

Uso medicinal: Infecção da garganta, feridas e úlceras. Também é uma excelente fonte alimentar, sendo que seu teor de vitamina A chega, segundo estudos recentes, a ser superior do que o encontrado na cenoura. Tem também bastante ferro, podendo ser usada para o combate da anemia.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e rizoma.

Dosagem e modo de usar: 80 gramas de folhas ou rizoma por um liro de água, em infusão. Usar em gargarejo para combater infecções na garganta.
Para feridas e úlceras, amassar uma folha e colocar sobre o local afetado.

Ótima saúde para todos!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Canela-da-Índia

Canela-da-Índia

Nome científico: Cinnamodendron verum e cinnamomum zeylanicum.

Sinônimos: Canela.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Sri Lanka, Índia, Indonésia e América do Sul.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes, solos ricos em materiais orgânicos e bem drenados e bastante luminosidade.

Características: É uma árvore de até 10 metros de altura, bem esgalhada, folhas simples, verde-brilhante e com odor característico.

Uso medicinal:  Possui insulina vegetal. Estudos da Associação de Medicamentos dos Estados Unidos (USDA) indicam que uma colher de chá por dia reduz significativamente as taxas de açúcar e colesterol no sangue. 
Possui propriedades anti-inflamatórias, anti-oxidantes e anti-microbianas.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: A casca e as folhas.

Dosagem e modo de usar: 50 gramas de casca ou folhas secas por um litro de água, fervidos como chá. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Preferencialmente, não use aditivos ou adoçantes.

Ótima saúde para todos!




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Jenipapo

Jenipapo

Nome científico: Genipa americana.

Sinônimos: Jenipapeira e jenipaba.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em boa parte da América. No brasil ocorre de São Paulo ao Amazonas.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes, solos férteis e locais bem ventilados e iluminados.

Características: É uma árvore de até 10 metros de altura, bem esgalhada, folhagem verde-brilhante, muito ornamental. Frutos esféricos com cerca de 10 centímetros de diâmetro, carnosos  e de odor agradável e característico, meio ácido.

Uso medicinal: Bom para as afecções do fígado, anemias, asma, úlceras, amigdalites e faringites.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: O fruto e a casca.

Dosagem e modo de usar: Pode-se usar o fruto in natura ou 80 gramas de polpa por um litro de água, em decocto. Também pode-se usar 50 gramas de casca por um litro de água, em decocto.
Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Uma vida cheia de saúde para todos!


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Bolsa-de-pastor

Bolsa-de-pastor

Nome científico: Zeyheria digitalis.

Sinônimos: Cinco-folhas, saco-de-carteiro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, na região do cerrado.

Ambiente: Ambientes quentes, com duas estações definidas, uma seca e outra chuvosa, solos ácidos e locais bem ensolarados.

Características: É uma árvore, em média, com 3 metros de altura, embora existam exemplares de até 7 metros. A presenta folhas palmadas, verde-brilhante na parte superior e cinza-amarronzado na parte inferior. Caule semi-rugoso, ereto, flores em cacho, amarelas, e fruto parecendo uma bolsa enrugada.

Uso medicinal: É um excelente anti-sifilítico e bom para as afecções da pele.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: A casca.

Dosagem e modo de usar: 50 gramas de casca por um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Pita

Pita

Nome científico: Agave americana.

Sinônimos: Piteira, gravatá-açu, caroatá-açu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em toda a América do Sul.

Ambiente: Quente  e com duas estações definidas: uma seca e outra chuvosa. Se adapta em qualquer tipo de solo.

Características: É uma planta facilmente reconhecida por suas folhas radicais, em grandes feixes, suculentas e com um espinho na ponta, com até 1,5 metro de comprimento. Crescem de 4 a 7 anos e, então, surge um pedúnculo de até 6 metros de altura, de onde surgem suas flores.

Uso medicinal: É depurativa e estomacal.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar: 2 ou 3 gramas do interior da folha em uma xícara de água, em infusão. Tomar 2 colheres de sopa 4 vezes ao dia.

Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Catuaba

Catuaba

Nome científico: Anemopaegma arvense.

Sinônimos: Verga-tesa.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Sudeste e nordeste do Brasil.

Ambiente: Gosta de ambientes quentes, solos pobres e bem drenados.

Características: É uma erva semi-rasteira com folhas uninervadas, verde-fosco, que pode chegar a 70 centímetros de comprimento. Flores claras.

Uso medicinal: Tônico do sistema nervoso, excelente para esgotamento físico, falta de memória, frigidez, impotência, paralisia parcial e bronquite.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: A raiz ou folhas.

Dosagem e modo de usar: 50 gramas de raiz colocadas no vinho branco, deixadas para curtir pelo menos uma semana. Tomar 3 colheres duas vezes ao dia. 10 gramas de folhas verdes colocadas de infusão em uma xícara de água. Tomar duas colheres duas vezes ao dia.

Nunca abuse de remédios, mesmo naturais. Siga corretamente a dosagem indicada.
Ótima saúde para todos!


domingo, 4 de agosto de 2013

Alecrim-do-campo

Alecrim-do-campo

Nome científico: Baccharis dracunculifolia.

Sinônimos: Alecrim-de-vassoura, cilca, vassoura, vassoureira e vassourinha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil , na região do cerrado.

Ambientes: Solos pobres e bem drenados, com muita iluminação. Gosta das terras próximo às matas ciliares.

Características: É um arbusto que pode chegar aos 3 metros de altura, com folhas pequenas, verde-brilhantes ao verde-fosco, com odor característico e flores pequenas amarelo-pálido.

Uso medicinal: Usado nas afecções febris, cansaço físico, distúrbios gástricos e falta de apetite.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas secas.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de folhas secas por litro de água. Ferver como chá. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!