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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pacari

Pacari

Nome científico: Lafoensia pacari.

Sinônimos populares: Dedal, dedaleiro, pacuri, copinho, louro-da-terra, pau-de-bicho e mangabeira-brava.


     Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Amapá, Pará e Rio Grande do Sul.

Características: É uma árvore de até 12 metros de altura, com médio esgalhamento, folhas opostas, lias, simples, ovaladas, verdes-brilhantes. Flores lindas, em forma de dedal, daí o seu nome popular.

Habitat: Desde a mata atlântica até o cerrado.

Uso medicinal: É antifúngico, antibactericida, ótimo para azia, gastrite e problemas estomacais.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Raiz (bactericida), folhas (fungicidas) e entrecasca (estômago).

Dosagem e modo de usar: Como fungicida (uso externo), para tratamento de pele ou couro cabeludo, por exemplo, use 50 gramas de folhas por um litro de água. Lave e deixe agir por uma hora antes de retirá-lo. Como Bactericida, use 15 gramas de raiz por um litro de água, em decocção. Beba de 3 a 5 xícaras por dia. Para azia e problemas estomacais, use de 10 a 15 gramas de entrecasca por um litro de água, em maceração. beba de 3 a 5 xícaras por dia.

Observação: Nunca exceda a dose recomendada, pois, pode acarretar prejuízos à sua saúde. Se persistirem os sintomas, procure um médico. Antes de usar qualquer medicamento, mesmo que natural, informe ao seu médico.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Uva

Uva

Origem: Oriente Médio.

Nome científico: Vitis vinifera, Vitis labrusca, Vitis riparia, Vitis rotundifolia e mais algumas espécies.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Sinônimos populares: Uva-comum, videira e grape (inglês).

Características: É uma trepadeira com ramos cilíndricos, folhas palminervadas, opostas, verdes-brilhantes. Frutos em cachos, arredondados, que variam entre o verde-fosco, róseo, avermelhado e arroxeado.

Uso medicinal; É um excelente antioxidante, previne o câncer, reduz o colesterol. O extrato da semente é ótimo anti-inflamatório e auxilia no controle do diabetes.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: O fruto, seus derivados e o extrato de suas sementes.

Dosagem e modo de usar: O fruto in natura pode ser consumido sem restrições. O extrato da semente pode ser usado na medida de 1 grama por um litro de água, diluído.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Erva-doce

Erva-doce

Nome científico: Pimpinella anissum, Anissum officinalis e Carum anissum.

Sinônimos populares: Anis.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Características: É uma planta de até 50 centímetros de altura, com haste erecta, cilíndrica, estriada, ramificada superiormente. Folhas alternas, amplexicaules, verdes-escuras. Inflorescência em umbelas de 8 a 12 pedúnculos. Flores pequeníssimas, brancas. fruto oval, estriado longitudinalmente, com dois caroços convexos.

Tipo de solo: Aprecia solos férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal:  Combate os gases estomacais e intestinais, cólicas de ventre e favorece a digestão.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: As sementes secas, por infusão ou decocção.

Dosagem e modo de usar: De 10 a 15 gramas de semente por um litro de água. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia. Não adoce.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Tomilho

Tomilho

Nome científico: Thymus vulgaris.

Sinônimos populares: Não possui.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Mediterrâneo.

Características: É uma erva de até 30 centímetros de comprimento, bastante esgalhada, formando touceiras, folhas opostas, sésseis, lineares, lanceoladas, oblongas, variando entre verde-brilhantes, róseas ou brancas e caule rasteiro.

Tipo de solo: Fértil e bem drenado.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal: Combate a constipação intestinal, é excelente descongestionante nasal, com bate inflamações na garganta e amígdala, bom para tosse e bronquite.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Toda a parte aérea da planta.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de planta (seca) por um litro de água, em decocção. Tomar de 3 a 4 xícaras por dia.

Importante: Se for adoçar, use rapadura, açúcar mascavo ou mel.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Camomila

Camomila

Nome científico: Matricaria recutita e camomila vulgar.

Sinônimos: Camomila-alemã, matricária. Em espanhol, manzanilla.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Europa e América do Norte.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com bastante matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: meia-sombra ou sol pleno.

Características: É uma erva de até 60 centímetros de altura, Haste erecta, bastante ramificada, folhas irregulares, recortada em colmilhos, alternas. As flores parecem-se com as da margarida, tendo uma coroa de pétalas brancas e o centro formado por pequeníssimas flores amarelas.

Uso medicinal: Útil na intoxicação do fígado, má digestão, cólicas das vias urinárias e útero, afecções da pele e inflamações na boca.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Toda a planta, mas principalmente as folhas.

Dosagem e modo de usar: De 10 a 15 gramas por um litro de água, por infusão. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Cipó-caboclo

Cipó-caboclo

Nome científico: Davilla rugosa.

Sinônimos: Cipó-carijó.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase todo o Brasil, em orlas de matas, beiras de grotas e cerrado.

Ambiente: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados, luminosidade entre meia-sombra e sol direto.

Características: É uma trepadeira com caule cilíndrico, marrom-acinzentado, folhas simples, ovais, que variam entre o verde-amarelado e verde-escuro, dependendo do grau de luminosidade a que é exposta, flores pequenas, amarelo-pálidas e frutos pequenos, ocos.

Uso medicinal: É empregada como emenagoga, antiespasmódica, depurativa, antifebríl, antiasmática, anti-inflamatória e menstruação difícil.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas secas e caule.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de folhas ou 10 gramas do caule por um litro de água, em decocção. Lebre-se que as folhas devem ser colhidas verdes e secadas ao sol. Folhas colhidas secas, caídas, estão mortas e não apresentam princípios medicinais. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia, durante uma semana.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Algodãozinho-do-cerrado

Algodãozinho-do-cerrado

Nome científico: Cochlospermum regium.

Sinônimos: Algodãozinho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no bioma do cerrado.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol direto.

Características: É um arbusto lenhoso, pouco esgalhado, com até 1,20 metro de altura, folhas caducas, alternadas, imparipenadas, palmadas, verdes-foscas. Sua flor tem cerca de 8 centímetros de diâmetro com todos os segmentos amarelo-ouro. Seu fruto é capsular. Depois de seco abre-se, deixando cair o algodão e suas sementes.

Uso medicinal: É um excelente depurativo, combate infecções no útero, próstata e vias urinárias. É, ainda, um ótimo cicatrizante.




    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Toda a planta.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de qualquer parte da planta por um litro de água, em decocção. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia durante uma semana.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Carobinha

Carobinha

Nome científico: Jacaranda pteroides.

Sinônimos: Caroba-do-campo, caroba-de-são-paulo e carobinha-do-mato.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados e meia-sombra.

Habitat: Cerrado, nas bordas de mata ou margens de grotas.

Características: É uma arbusto lenhoso, bastante esgalhado, densamente folhado, com folhas alternadas, simples, verde-brilhantes. Possui sabor amargo. Flores em cachos, trombiformes, arroxeadas.

Uso medicinal:  Empregada com sucesso no combate a doenças venéreas, sífilis, coceiras, afecções da pele, reumatismo, artritismo, disenteria amebiana e é um excelente depurativo.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: As raízes.

Dosagem e modo de usar: De 10 a 20 gramas de raiz macerada por um litro de água. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia por pelo menos 15 dias seguidos.

Observação: Todo medicamento, mesmo natural, não deve exceder a dosagem recomendada. Se estiver fazendo qualquer outro tratamento, tire suas dúvidas com o seu médico.
Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Quina-do-campo

Quina-do-campo

Nome científico: Strychnos pseudo-quina.

Sinônimos: Quina-amarga, quina-grossa, cereja-de-tucano e quina-do-peru.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no bioma do cerrado e orlas da  mata atlântica.

Ambiente: Clima quente, solos semi-ácidos, locais bem ventilados e  ensolarados.

Características: É uma árvore de até 7 metros de altura, podendo ocorrer, dependendo do tipo de solo, como arbusto. Quantidade média de galhos, bastante folhada, folhas inteiras, simples, parimpenadas, alternadas, ovadas, com nervuras evidentes, verde-opacas, coreáceas. O tronco é rugoso. Os frutos são pequenos e esverdeados.

Uso medicinal: Tônico estomacal e hepático. Boa para infecções no baço.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas e entrecasca.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de folhas secas ou 20 gramas de entrecasca seca, maceradas, por um litro de água. Beber 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

sábado, 30 de janeiro de 2016

Cipó-prata

Cipó-prata

Nome científico: Banisteria argyrophyla.

Sinônimo: Banistéria.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no bioma do cerrado e parte da caatinga.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados, luminosidade intensa e locais bem ventilados.

Características: É uma trepadeira arbustiva, formando touceiras, com tronco e galhos delgados, folhas simples, inteiras, ovadas, opostas, parimpenadas, verde-escuras na parte de cima e verde-esbranquiçadas por baixo. Apresenta cachos com flores amarelas.

Uso medicinal: Afecções renais e da vesícula, combate o ácido úrico e é um excelente antiinflamatório.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Raiz, ramos e flores secos.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de flores, folhas ou raíz, secas, por um litro de água. Tomar 2 ou 3 xícaras de café por dia. Não adoçar.

Ótima saúde para todos!

domingo, 24 de janeiro de 2016

Pimenta-longa

Pimenta-longa

Nome científico: Piper aduncum.

Sinônimos: Tapa-buraco, pimenta-do-fruto ganchoso, falso-jaborandi e erva-de-jabuti.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase todo o Brasil. Gosta de matas ciliares, matas de galeria e orlas de mata atlântica e amazônica.

Ambiente: Gosta de solos férteis e bem drenados, meia-sombra e locais bem ventilados.

Características: É um arbusto bastante esgalhado, com até 2 metros de altura, folhas simples, inteiras, ovadas, flores e frutos em cachos curvos, como visto na foto acima.

Uso medicinal: Usado com sucesso no tratamento de feridas, hemorroidas, cistite, infecções nos rins e uretra, diarreia e disenteria.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar:  Para feridas use o sumo das folhas verdes espremidas diretamente no local afetado. Acelera bastante a cicatrização. Para as outras doenças, faça um chá com 10 gramas de folhas secas por um litro de água. Beba de 3 a 5 xícaras por dia.

Observação: Se for adoçar, dê preferência ao mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pau-santo

Pau-santo

Nome científico: Kielmeyera coriacea, kielmeyera falcata, Kielmeyera oblonga e Matiniera arborea.

Sinônimos: Boizinho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil. ocorre no cerrado, na amazônia e em parte da mata atlântica.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, pouco esgalhada, tronco liso, casca grossa, folhas oblanceoladas, verde-foscas, flores róseas. Floresce em outubro e novembro e frutifica em dezembro. No inverno cai as folhas.

Uso medicinal: É analgésico, combate verminoses como a causada pelo Schistosoma mansoli, causador da "barriga d'água, é antifúngico, tratando principlamente da candidíase, ansiolítico e antidepressivo.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas secas e entrecasca.

Dosagem e modo de usar: Para banhos nas regiões íntimas, utilize 50 gramas de folhas secas ou entrecasca por um litro de água em cocção. Para chá, utilize 15 gramas de folhas ou entrecasca por um litro de água. Não utilize açúcar ou qualquer outro adoçante. Beba de 3 a 4 xícaras por dia.
Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Jalapa-do-cerrado

Jalapa-do-cerrado

Nome científico: Mandevilla ilustris.

Sinônimos: Jalapa.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná. É típica do cerrado brasileiro.

Características: É uma planta de brotação anual. Nos meses de abril a agosto entra em dormência, ficando apenas o seu tubérculo enterrado. Possui folhas opostas, ovais, coreáceas, verde-brilhantes. Flor rósea, com cerca de 8 centímetros de diâmetro.

Uso medicinal: É excelente para as afecções da pele e para a pele em geral. Trata também de enfermidades respiratórias como tosses, por exemplo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Apenas o tubérculo.

Dosagem e modo de usar: Pode ser feito um doce ou um xarope, usando-se partes iguais do tubérculo e açúcar mascavo ou rapadura. O doce pode ser comsumido numa medida de 30 gramas diários e o xarope, duas colheres de sopa por dia.

Observação: Devido à grande exploração medicinal dessa planta, ela corre risco de extinção. Portanto, quando encontrá-la com sementes, faça sua multiplicação, palntando em locais apropriados, afinal, o recurso natural precisa ser preservado.

Ótima saúde para todos!