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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Oficial-de-sala

Oficial-de-sala

Nome científico: Asclaepias curassavica.

Sinônimos populares: Paina-do-campo, erva-de-paina e muitos outros.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o território brasileiro.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis e semi-úmidos.

Luminosidade: Sol pleno.

Características: É uma erva de até 1,20 metro de altura, pouco esgalhada, folhas lanceoladas, opostas cruzadas, verdes-brilhantes, com flores vistosas, ornamentais, amarelo-avermelhadas. Caule liso. Quando machucada, emite um látex branco. Em grandes quantidades é tóxica. Por exemplo, 70 gramas dessa planta podem matar uma pessoa de 70 KG.

Uso medicinal: Vários estudos científicos foram feitos sobre o poder medicinal dessa planta. Entre esses, gostaria de citar o da Universidade de Ti Qar no Iraque. possui propriedades anti-hemorrágicas, analgésicas, antibióticas, anti-inflamatórias, antioxidantes e anti-cancerígenas. É considerada a planta mais eficiente contra o câncer, com efeitos surpreendentes.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: O látex ou a folha.

Dosagem e modo de usar: Uma ou duas gotas do látex por um copo de 150 ml. Tomar dividindo em duas doses diárias de 75 ml. Ou uma folha macerada em um copo de 150 ml, também dividindo em duas doses de 75 ml por dia. fazer esse tratamento por, no mínimo, 30 dias.

Observação importante: Nunca exceda a dosagem recomendada de nenhum remédio. A diferença entre o remédio e o veneno está na dosagem. Algumas pessoas acreditam que, se fizerem uma dose mais forte, o efeito será mais rápido. Isso não é verdade e é irresponsável. Por isso, atente-se a dosagem recomendada.

Conselho: Embora seja recomendada como tratamento de câncer, não significa que cura todos os casos, uma vez que depende do estágio da doença e da química de cada indivíduo. Nunca deixe de consultar o médico e de seguir tratamentos recomendados.

Ótima saúde para todos!

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Mentrasto

Mentrasto

Nome científico: Ageratum conyzoides.

Sinônimos populares: Erva-de-são-joão e catinga-de-bode.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Características: É uma erva de até 60 centímetros de altura, pouco esgalhada, caule marrom-arroxeado, aveludado, folhas crenadas, ovadas, verdes-brilhantes. Flores pequenas, branco-arroxeadas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal: Cólicas intestinais, diarreia e reumatismo agudo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: A parte aérea da planta.

Dosagem e modo de usar: De 5 a 10 gramas de planta por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Candeia

Candeia

Nome científico: eremanthus eythropappus ou Gochnatia polimorpha.

Sinônimos populares: Pau-de-candeia ou cambará.


              Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no cerrado e parte da caatinga.

Características; É uma árvore de até 15 metros de altura, bastante esgalhada, tronco semi-reto, com a casca com fibras compridas. Folhas ovaladas, opostas, verdes-foscas. Flores pequenas, em cachos, amarelas-creme.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: É expectorante e antiespasmódica. Usada para tratar de vômitos, contrações e cólicas abdominais, além de dores intestinais. O óleo extraído de sua madeira é utilizado na indústria cosmética.



                     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas e entrecasca frescas.

Dosagem e modo de usar: De 10 a 15 gramas de folhas ou entrecasca por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Altéia

Altéia

Nome científico: Althaea officinalis e Althaea medicamentosa.

Sinônimos populares: Malvaísco e malvarisco.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, em grande parte do seu território.

Características: É um arbusto lenhoso de até 1,5 metro de altura, reto, caule cinza-amarelado, folhas palmatilobadas, palminervadas, alternas, verdes-claras. Flor rósea, com cerca de 7 centímetros de diâmetro.

Tipo de solo: Embora ocorra com mais frequência em solos férteis, adapta-se também em solos pobres.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: Tosse e infecção das vias respiratórias.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas e raízes.

Dosagem e modo de usar: 10 a 15 gramas de folhas por um litro de água, em infusão ou a mesma quantidade de raiz por um litro de água, em decocção. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia. 

Observação: Se for adoçar, use açúcar mascavo, rapadura ou mel, pois não contém química industrial.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Marcela-do-campo

Marcela-do-campo

Nome científico: Achyrocline satureioides.

Sinônimos populares: Marcela, macela, macelinha-do-campo, macela-do-campo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-oeste.

Características: É um arbusto lenhoso de até 1,80 metro de altura, bem esgalhado, tronco acinzentado, folhas ovaladas, verdes-escuras por cima e verdes-foscas, quase brancas por baixo. flores em cachos, amarelas-creme.

Tipo de solo: Solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Uso medicinal: É anti-inflamatória, antiespasmódica, auxiliando no trato da epilepsia, analgésico poderoso, bom para nevralgias, sedativa, calmante, antidiarreica, antiviral e tônico estomacal.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas e flores (secas).

Dosagem e modo de usar: De 5 a 10 gramas de flores ou folhas (secas) por um litro de água, em infusão. Beber de 3 a 5 xícaras por dia por um período de 10 dias.

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Inhame-branco

Inhame-branco

Nome científico: Colocasia esculenta.

Sinônimos populares: Inhame, inhame-dos-açores.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: África.

Características: É uma planta com folhas grandes, cerca de 60 centímetros, cordiformes, verdes-opacas, com talos de até 80 centímetros de altura, suculentos. O seu tubérculo é o mais conhecido e utilizado na culinária. esse tubérculo pode variar de 5 centímetros a 20 centímetros de diâmetro e apresenta-se na cor marrom-acinzentada com pequenas raízes em forma de pelo.

Tipo de solo: Gosta de solos brejosos.

Uso medicinal: É um excelente depurativo, limpando impurezas do sangue e fortificando o sistema imune e linfático.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Os tubérculos.

Dosagem e modo de usar: Como tratamento, pode ser consumido cozido, cerca de 100 gramas por dia, em jejum, durante 10 dias. Como preventivo, basta usá-lo na alimentação, normalmente.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mangue

Mangue

Nome científico: Croton urucurana.

Sinônimos populares: Sangra d'água, urucuana, lucurana, sangue-da-água, sangue-de-drago e capixingui.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, principalmente em matas ciliares.

Características; É uma árvore de até 12 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bem esgalhada, folhas cordiformes, verdes-foscas, ásperas ao tato, caducas. Flores pequenas, em cachos, brancas-amareladas. fruto minúsculo, apreciado por pássaros.

Tipo de solo: Solos férteis ou argilosos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal; Útil para estancar sangramento, ótimo cicatrizante, anti-bactericida, antiviral e antioxidante. Ativam a eliminação de células mortas ou defeituosas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas frescas ou secas.

Dosagem e modo de usar: 2 folhas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia durante 5 dias.

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Graviola

Graviola

Nome científico: Annona muricata.

Sinônimos populares: Guanabana, guanavana, guanaba, jaca-do-pará, jaca-de-pobre, brasilian paw paw e huanaba.

Características: É uma árvore de até 7 metros de altura, bem esgalhada, tronco liso, cinza, folhas ovadas, verdes-brilhantes. O fruto é sincárpio, ou seja, é, na verdade, a reunião de vários frutos, casca rugosa, muito saboroso.


     Foto: Sandra Suely dos Reis


Origem: Antilhas.

Tipo de solo: Solo fértil, bem drenado.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: Antioxidante (retarda o envelhecimento das células), anticancerígeno (previne e auxilia no combate de algumas formas de câncer) Anti-inflamatório e anti-hipertensivo.

Partes usadas: As Folhas. O fruto possui pouquíssima propriedade medicinal.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de folhas verdes ou secas por um litro de água. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia, se for usado como anti-inflamatório, e de 1 a 2 xícaras por dia, se for usado como preventivo de outros males.

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Laranja-da-terra

Laranja-da-terra

Nome científico: Citrus aurantium.

Sinônimos populares: Laranja-amarga e laranja-azeda.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Índia.

Características: É uma árvore de até 5 metros de altura, bem esgalhada, tronco cinza-escuro, liso, folhas alternadas, simples, inteiras, ovadas, verdes-brilhantes. Flores brancas, perfumadas. frutos arredondados, amarelos quando maduros.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: Sedativa, tranquilizante, antibactericida e anti-inflamatória.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Flor, casca do fruto e folhas.

Dosagem e modo de usar: 10 a 15 gramas de quaisquer das partes usadas por um litro de água, em infusão. Beber de 4 a 5 xícaras por dia. Se for adoçar, use mel, açúcar mascavo ou rapadura.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Araruta-do-campo

Araruta-do-campo

Nome científico: Connarus suberosus.

Sinônimo popular: Cabelo-de-negro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Características: É um arbusto ou árvore de até 8 metros de altura, bastante esgalhado, folhas opostas, , inteiras, simples, ovadas, verdes-brilhantes. Frutos vermelho-amarelados, comestíveis.

Habitat: Alto cerrado, orla de matas de galeria ou matas ciliares.

Uso medicinal: A casca do tronco é reconhecida pela pesquisa científica como excelente tratamento de cardiopatias, como pós-infarto ou arritmias. A folha é ótima no tratamento de males intestinais.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas e casca do tronco.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de casca seca por um litro de água, por decocção. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia durante uma semana (para cardiopatias). 20 gramas de folhas secas por um litro de água, por infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia por três dias (males intestinais).

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Serralhinha

Serralhinha

Nome científico: Emilia fosbergii.

Sinônimos populares: Bela-Emília, Algodão-de-preá, falsa-serralha, pincel e pincel-de-estudante.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Características: É uma erva de até 40 centímetros de altura com folhas sem um padrão específico, mas as mais comuns são serreadas, lanceoladas, verticiladas, quase em rosetas, verdes-foscas. Flores pequenas, parecidas com pincéis, lilacíneas. Quando secas as sementes são espalhadas pelo vento. São pequenas painas.

Tipo de solo: Ocorrem em todo tipo de solo, mas preferem solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: É um excelente diurético. Útil no tratamento de amigdalites e faringites e ótimo cicatrizante externo.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Folhas frescas ou secas.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de folhas secas ou frescas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.

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terça-feira, 28 de março de 2017

Chuchu

Chuchu

Nome científico: Sechilum edule.

Sinônimos populares: Machucho, caiota, vegetable pear e choko.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: América do Sul.

Características: É uma trepadeira com caule verde, folhas palmatilobadas, verdes-escuras ou verdes-amareladas, flores pequenas, branco-amareladas, frutos pericarpos, de polpa abundante, verdes-escuros ou verdes-amarelados.

Multiplicação: Por brotação do fruto.

Uso medicinal: Eficaz contra a hipertensão (pressão alta) e auliar no tratamento do diabetes.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas, secas ou frescas.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de folhas verdes ou secas por um litro de água, em infusão. Beber de 3 a 5 xícaras por dia.

Importante: Se for adoçar, use açúcar mascavo ou mel.

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terça-feira, 14 de março de 2017

Suma-branca

Suma-branca

Nome científico: Anchietia salutaris.

Sinônimos populares: Baúna, Paraguai, piraquara, suma e cipó-suma.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: ocorre em praticamente todo o Brasil, mas é mais comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Características: É um cipó trepador, que pode formar moitas nos altos das árvores. Possui caule cilíndrico, branco-amarelado, com o interior da casca róseo-avermelhado, folhas oblongo-agudas, verdes-escuras. A raiz possui, quando cortada ou quebrada uma formação de linhas finíssimas similares à uma teia de aranha.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Tipo de solo: Solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra.

Uso medicinal; É depurativa, diurética, anti-inflamatória e cicatrizante. Ótima no tratamento de reumatismo, herpes e doenças de pele.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: A raiz.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de raiz por um litro de água, em decocção. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia. Não use nenhum aditivo.

Observação: A sua retirada na natureza exige muito cuidado e atenção, pois, não se deve cortar as raízes grossas, uma vez que pode matar a planta. Nunca retire raízes mais de uma vez em cada planta no período de um ano. Isso é importante para a preservação da espécie e do meio ambiente.

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sábado, 4 de março de 2017

Espinho-de-agulha

Espinho-de-agulha

Nome científico: Dasyphylum brasiliense.

Sinônimo popular: Espinho-agulha.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: De Nordeste a Sul do Brasil.

Características: É um arbusto de até 4 metros de altura, formando moitas, caule marrom-esverdeado, com espinhos finos e compridos (daí o seu nome popular) folhas alternadas, oblanceoladas, verdes-brilhantes, lustrosas.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos a férteis, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal: Comprovadamente um dos melhores anti-inflamatórios naturais. Excelente no tratamento de artrite e artrose.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas frescas ou secas.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de folhas frescas ou secas por um litro de água, em infusão. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia de 7 a 15 dias seguidos.

Ótima saúde para todos!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Espinheira-santa

Espinheira-santa

Nome científico: Maytenus ilicifolia.

Sinônimos populares: Espinheira-divina, espinho-de-Deus, salva-vidas, maiteno, sombra-de-touro, cangorça, cancerosa, cancorosa, cancorosa-de-sete-espinhos, limãozinho e pau-josé.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Nos estados do Sul e Sudeste do Brasil.

Características: É uma arvoreta de até 3 metros de altura, com esgalhamento vertical vasto e densamente folhado, com folhas inteiras,penatilobadas, oblonga-agudas, com espinhos nas margens. produz fruto pequeno de cor laranja.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes ou estaquia.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Uso medicinal: Possui propriedades anticancerígenas (comprovado em estudos sérios). Excelente anti-inflamatório e cicatrizante. eficaz no tratamento de gastrite, úlceras, problemas estomacais e intestinais (causados por bactérias) e problemas de pele, como, por exemplo, acne.

Partes usadas: Folhas e talos.

Dosagem e modo de usar: Para uso interno, use 15 gramas de folhas frescas ou secas por um litro de água, em infusão. Beber de 4 a 5 xícaras por dia, durante uma semana. Para uso externo, use 30 gramas de folhas frescas ou secas por um litro de água e banhe duas ou três vezes por dia.

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Cordão-de-frade

Cordão-de-frade

Nome científico: Leonotis nepetaefolia.

Sinônimos populares: Cordão-de-são-francisco, cordão-de-frade-pequeno.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Características: É uma erva semi-arbustiva, com até 1,5 metro de altura, cheiro aromático, caule quadrangular, folhas opostas, lanceoladas, crenadas, verdes-claras. Flores minúsculas, alaranjadas, dispostas em pequenos globos.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Uso medicinal: Empregada com sucesso nos casos de asma, disúria, reumatismo e para auxiliar na eliminação de ácido úrico.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas; Folas e talos (secos).

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de folhas secas por um litro de água, em infusão. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia por pelo menos uma semana.

Ótima saúde para todos!

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Pata-de-vaca

Pata-de-vaca

Nome científico: Bauhinia forticata.

Sinônimos populares: Bauínia, mororó, miroró, pata-de-boi e unha-de-anta.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Originária da mata atlântica, mas bastante cultivada como planta ornamental em jardins.

Características: É uma árvore de até 8 metros de altura, bastante esgalhada, tronco liso cinza-amarronzado, folhas  em forma de desenho de uma pata de vaca, alternadas, verdes-foscas. Flores com cerca de 7 centímetros de diâmetro, brancas, róseas ou amarelas.

Tipo de solo: Adapta-se a quase qualquer tipo de solo, mas prefere solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.

Uso medicinal: É muito eficaz como anti-diabético (casca) e diurético (folhas secas).



                                     Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Casca e folhas (secas).

Dosagem e modo de usar: Para diabetes, use 10 gramas de casca por um litro de água, em infusão. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia. Como diurético, usar 10 gramas de folhas secas (colhidas verdes e secadas à sombra) por um litro de água. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia.

Contra-indicação: deve ser evitada por hipoglicêmicos, devido ao seu potencial anti-diabético.

Observação: Todo medicamento deve ser usado seguindo a dosagem recomendada. Em caso de uso concomitante com outros medicamentos, leve ao conhecimento do seu médico.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Insulina vegetal

Insulina vegetal

Nome científico: Cissus verticillata.

Sinônimos populares: Insulina, diabetil, flor-da-abelha e anil-trepador.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil. Facilmente cultivável.

Características: É uma trepadeira com ramos cilíndricos, folhas opostas, inteiras, ovadas, verdes-brilhantes. A flor é produzida em cachos harmônicos e belos, pequeníssimas, brancas-amareladas. O fruto é arredondado, pequeno, preto quando maduro, sabor adocicado.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Uso medicinal: Usada com eficácia comprovada no tratamento do diabetes e na prevenção de AVCs e hipertensão.

Partes usadas: Folhas frescas.

Dosagem e modo de usar: Uma folha macerada em uma xícara d'água. Tomar três vezes por dia.

Observação: Todo medicamento, mesmo natural, deve ser usado com cautela. Comunique seu médico sobre o seu uso e jamais eleve a dose recomendada.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Poejo

Poejo

Nome científico: Mentha pulegium, Pulegium vulgare.

Sinônimos populares: Erva-de-são-lourenço.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Europa meridional e central.

Características: É uma erva rasteira, com folhas pequenas, ovaladas, obtusas, de pecíolos curtos, verdes-claras. Possuem odor similar ao da hortelã. Flores pequenas, meio arroxeadas, cheirosas.

Tipo de solo: Aprecia solos férteis e bem drenados.

Luminosidade: meia-sombra a sol pleno.

Uso medicinal: Emprega-se para acidez do estômago, debilidade do sistema nervoso, insônia, irregularidades na menstruação, tosses e bronquites.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Toda a planta, fresca.

Dosagem e modo de usar: Pode ser feito um chá usando-se 15 gramas da planta por um litro de água. Toma-se de 4 a 5 xícaras por dia. No caso das tosses, pode ser feito um xarope utilizando 50 gramas da planta, 500 gramas de rapadura ou mel e um litro de água. Ferva até o ponto de xarope, coe, coloque em uma garrafa seca e limpa. Mantenha na geladeira. Tome de 4 a 5 colheres de sopa por dia.

Importante: Mesmo remédios naturais não devem exceder a dosagem recomendada. Em caso de uso concomitante com outros remédios, procure a orientação do seu médico.
Ótima saúde para todos!