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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Lavandeira

Lavandeira

Nome científico: Leonurus sibiricus L.

Sinônimos: Erva-de-lavandeira, amor-deixado, ana-da-costa, macaé, chá-de-frade, cordão-de-são-francisco, erva-do-santo-filho, estrela, pé-de-pinto, lavantina, levantina, marroio e pasto-de-abelha.


   Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É uma planta de origem siberiana e que no Brasil se destaca como planta invasora.

Ambiente: Gosta de solos argilosos, úmidos e férteis. Aprecia sol direto.

Características: É um subarbusto de até 1 metro de altura, pouco esgalhado, com folhas múltiplas, verde-fosco, flores pequenas, róseas.

Uso medicinal: É eficaz no trato da gastroenterite, afecções do estômago e intestino. As flores são úteis no tratamento da bronquite e coqueluche.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Dosagem e modo de usar: 10 gramas de folhas frescas por um litro de água, maceradas. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. 
15 gramas de flores frescas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 4 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Caju (cajueiro)

Caju (cajueiro)

Nome científico: Anacardium occidentale.

Sinônimos: Anacardo, acaju e acajuíba.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre principalmente nos estados das regiões norte e nordeste do Brasil, mas é amplamente cultivado em todo o país.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados e locais com ótima luminosidade.

Características: É uma árvore de porte médio, bem esgalhada, com folhas obovadas, coriáceas, verde-brilhantes, flores pequenas em cachos, frutos aquênios, sendo que o fruto propriamente dito é a castanha e a polpa é um pedúnculo onde ela se desenvolve, um pseudofruto, de cor amarela ou vermelha.

Uso medicinal: Combate a diarreia, é anti-inflamatório, antirreumático, diurético, combate o mal colesterol e ajuda no controle da diabetes.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Casca, folhas e frutos.

Dosagem e modo de usar: No combate a diarreias pode-se usar o fruto consumido in natura ou o suco sem nenhum aditivo. Para as outras enfermidades usa-se 15 gramas de folhas ou casca frescas por um litro de água em decocção. Tomar de 4 a 5 xícaras de chá por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Ervilha

Ervilha

Nome científico: Pisum sativum L.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É uma planta cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, úmidos e com boa drenagem, ótima luminosidade e local bem arejado.

Características: É uma planta herbácea, trepadeira, com folhas alternas, verde-fosco. O fruto é uma vagem meio achatada.

Uso medicinal: É analgésico, anti-inflamatório, antibiótico, trata bem do reumatismo, cálculos renais, reduz a pressão arterial e o colesterol. Excelente fonte de vitaminas B, C e potássio.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas, vagem e sementes.

Dosagem e modo de usar: !0 gramas de folhas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 5 xícaras por dia. A vagem e as sementes podem ser consumidas In natura, cozidas ou em conserva.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Artemísia

Artemísia

Nome científico: Artemisia vulgaris.

Sinônimos: Artemigem e artemijo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É uma planta muito cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis e bem drenados, meia-sombra e boa ventilação, porém, adapta-se a quase qualquer tipo de solo e de luminosidade.

Características: É uma planta de até um metro de altura, com folhas fendidas, verde-brilhantes, e flores brancas que aparecem em outubro.

Uso medicinal: Combate a anemia, cólicas, debilidade do estômago, diarreia, enterite, epilepsia, flatulências, gastrite, menstruação difícil, nervosismo, nevralgia e reumatismo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e raízes.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de folhas frescas ou raiz em um litro de água, por infusão. Tomar de 2 a 4 xícaras por dia. Para as dores reumáticas aplique o sumo das folhas ou faça compressas quentes com o cozimento das folhas sobre o local afetado.

Observação: Seu uso não é recomendado para gestantes nem para mulheres que amamentam.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Pimenta

Pimenta

Nome científico: Capsicum frutescens, Capsicum anuum, etc.

Sinônimos: Existem várias espécies de pimenta, entre elas a pimenta-malagueta, a pimenta-caiena, pimenta-de-tabasco, pimenta-olho-de-bode, pimenta-biquinho, etc.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: A maioria das pimentas são originárias do México ou da Índia, mas muito cultivadas e apreciadas no Brasil.

Ambiente: Em geral, gostam de solos férteis, bem drenados. Apreciam o sol direto e boa ventilação.

Características: Normalmente são arbustos que variam de 30 centímetros a 1,20 de altura, bem esgalhados, folhas ovadas de tamanho variado, verde-escuras e frutos que variam de forma, alguns mais picantes do que outros.

Uso medicinal: É ótima fornecedora de vitamina C, auxilia na produção de endorfina, acelera o metabolismo, combate a dor de cabeça, artrite, reumatismo, colesterol alto, auxilia no tratamento de doenças do sistema circulatório e é antioxidante.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Os frutos.

Dosagem e modo de usar: Consumo diário dos frutos, de preferência in natura. Mas pode ser usado sob forma de conserva, que é a mais comum.

Observação: Deve ser usado com cautela por pessoas que tenham gastrite ou úlceras estomacais.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mostarda

Mostarda

Nome científico: Brassica juncea e Brassica hirta.

Sinônimos: Mostardeira.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem indiana, é muito cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, pouco compactos, bem drenados mas com boa umidade. Aprecia boa luminosidade e locais bem ventilados.

Características: É uma planta que pode chegar aos 90 centímetros de altura, folhas grandes, verde-brilhante, talos suculentos, flores amarelas, pequenas.

Uso medicinal: Digestiva, estimulante, anti-reumática e eficaz no combate às cãimbras.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Sementes e folhas.

Dosagem e modo de usar: As folhas podem ser consumidas in natura em saladas ou usadas em cataplasmas sobre regiões reumáticas. Com as sementes pode ser feito um chá, utilizando cerca de 10 gramas de sementes secas por um litro de água. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Agrião

Agrião

Nome científico: Sisymbrium nasturtium, Nasturtium officinale.

Sinônimos: Agrião-d'água.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É uma planta cultivada em boa parte do planeta.

Ambiente: Pode ser cultivada na beira de cursos d'água ou em solos úmidos, férteis. Aprecia boa luminosidade.

Características: Planta herbácea que emite ramos de até 60 centímetros de comprimento. Possui haste ramosa, espessa, suculenta, verde-claro a verde-avermelhado. Folhas alternas, pecioladas, compostas, imparipenadas. Flores hermafroditas, brancas, pequenas.

Uso medicinal: É um ótimo depurativo e anti-escorbútico, tônico estomacal, diurético, combate infecções nas vias urinárias e cálculos nos rins. É cicatrizante. Combate a tosse catarral e bronquite. Além disso é rica em óleo essencial, iodo, ferro, fosfato e alguns sais.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves



Partes usadas: Toda a parte aérea da planta.

Dosagem e modo de usar: Pode-se fazer um chá usando-se 30 gramas de folhas frescas por um litro de água, em infusão. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia. Pode-se fazer um xarope usando-se 250 gramas de folhas frescas, 500 gramas de açúcar, rapadura ou mel e um litro de água. Junte todos os ingredientes e bata num liquidificador. Coe e leve ao fogo. Após a fervura, retire a espuma. deixe esfriar e guarde em garrafas bem arrolhadas, na geladeira. Tomar 4 a 5 colheres de sopa por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Boldo

Boldo

Nome científico: Boldea fragrans.

Sinônimos: Boldo-chileno e boldo-verdadeiro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É originário do Chile e dos Andes argentinos, mas cultivada no Brasil.

Ambiente: Aprecia solos férteis e bem drenados. Luminosidade intensa e boa ventilação.

Características: É um arbusto de até 3 metros de altura, caule lenhoso, aéreo, folhas caulinares, opostas, peninervadas, ovaladas, verde-brilhante. Flores em cimeiras, de cor pálida. fruto múltiplo, de uma a cinco drupas.

Uso medicinal: Ótimo para o tratamento de doenças do fígado e vesícula. Ajudam e eliminar os cálculos da vesícula. É aperitivo, digestivo, fortifica o estômago, combate as manchas da pele.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas verdes.

Dosagem e modo de usar: 20 gramas de folhas maceradas por um litro de água. Tomar de 4 a 5 xícaras por dia.

Observação: Não confundir com o boldo-sete-dores.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Pimentão

Pimentão

Nome científico: Capisicum annuum L.

Sinônimos: Pimenta-hispanicum, pimenta-dos-jardins, pimenta-do-guiné, peperone (Itália).


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem indiana, é amplamente cultivado em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, locais bem ventilados, sol direto.

Características: É um arbusto semi-perene,com folhas ovadas, opostas cruzadas, verde-escuro, flor pequena, branca e fruto cordiforme com variação de cor: verde, amarelo ou vermelho.

Uso medicinal: É anti-inflamatório, fortalecedor dos músculos cardíacos, previne e trata hemorroidas, dores reumáticas. Além disso é muito nutritivo e rico em vitaminas A, C e pequenas quantidades de cálcio, fósforo, ferro e sódio.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e frutos.

Dosagem e modo de usar: O fruto pode ser consumido in natura. Para dores reumáticas o suco de suas folhas pode ser usado para massagear o local afetado. Para as demais moléstias use 20 gramas de folhas por um litro de água. Tomar de 3 a 4 xácaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Manjericão

Manjericão

Nome científico: Ocimum basilicum L. lamiaceae.

Sinônimos: Alfavaca-doce, remédio-de-vaqueiro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É amplamente cultivado em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, boa ventilação e locais, bem iluminados.

Características: É um pequeno arbusto de até 70 centímetros de altura, bastante esgalhado, folhas simples, verde-brilhante, flores pequenas em espigas e cheiro característico.

Uso medicinal: É analgésico, calmante, diurético, expectorante e carminativo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas frescas ou secas.

Dosagem e modo de usar: 30 gramas de folhas por um litro de água, em decocção. Beber de 3 a 4 xícaras por dia. 

Observações: Seu uso deve ser evitado durante a gravidez. Se preferir adoçar o seu chá, use mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Mamão (mamoeiro)

Mamão (mamoeiro)

Nome científico: Carica papaya.

Sinônimos: Mamão-do-amazonas, mamãozinho, papaia, pinoguaçu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em praticamente toda a América Tropical, sendo muitas variedades cultivadas em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, com bastante luminosidade.

Características: É uma árvore de tronco claro, macio, pouco esgalhada, com folhas grandes, palmatilobadas, com talos ocos, verde-brilhante, flores amarelo-creme, e frutos que variam entre esféricos a ovais.

Uso medicinal: É anti-inflamatório, calmante, cicatrizante e digestivo. O fruto combate a ameba, asma e bronquite. É bom para prisão de ventre, inflamações pós-cirúrgicas ou traumáticas e verrugas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: O fruto, suas sementes, as folhas e o látex do seu caule.

Dosagem e modo de usar: Para o combate à ameba e vermes intestinais, suas sementes devem ser ingeridas in natura. Para asma e bronquite é feito um xarope usando-se 200 gramas de polpa madura batidos num liquidificador, 500 ml de água, 250 gramas de mel, açúcar mascavo ou rapadura. O mamão batido no liquidificador deve ser coado. Em seguida leve tudo ao fogo até o ponto de xarope. Como cicatrizante ou inflamações faz-se um chá, usando-se 15 gramas de folhas murchas por um litro de água. Pode-se beber ou banhar a parte afetada. Como digestivo, use 3 gotas de látex em um copo de água.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Couve

Couve

Nome científico: Brassica oleracea e Brassica sylvestris.

Sinônimos: Couve-comum.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Hortaliça cultivada em praticamente todos os países tropicais.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bastante adubo orgânico, bem drenados, ótima luminosidade e boa ventilação.

Características: Embora todas as espécies de couve possuam propriedades medicinais, não teríamos espaço para descrevê-las todas. A couve comum pode alcançar até 3 metros de altura quando devidamente cultivada. Possui folhas grandes, obovadas ou arredondadas, com talos suculentos, verde-fosco.

Uso medicinal: É bastante nutritiva, possuindo vitaminas C, A e K. É aperiente, cicatrizante, fortalecedora. Auxilia no tratamento da artrite, asma, bronquite, reumatismo e limpa o intestino.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e talos.

Dosagem e modo de usar: Como cicatrizante, deve-se amassar a folha e colocar diretamente sobre a parte afetada. Para as demais doenças, pode ser consumida in natura ou refogada, periodicamente.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Abóbora

Abóbora

Nome científico: Curcubita pepo.

Sinônimos: Jerimum.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem americana ou asiática e muito cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, sol direto e locais bem ventilados.

Características: Planta de caule rasteiro, com folhas cordiformes com pequenas pilosidades, flor amarelo-ouro, amarelo-creme ou branca, de acordo com a variedade, frutos arredondados ou em forma de pera, muito utilizados na culinária brasileira.

Uso medicinal: Além de ótimo alimento, possui vitaminas A, B1, B2, fósforo, potássio, cálcio, sódio, ferro e magnésio. Combate o diabetes, prisão de ventre, dor de ouvido. É ótima para expulsar lombrigas e solitárias. Útil em queimaduras e verrugas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As sementes, as folhas e a fibra da polpa.

Dosagem e modo de usar: Para o diabetes, use a fibra da polpa crua ou no ato da preparação da polpa para o prato preferido. Ajuda a baixar o índice de açúcar no sangue.
Para expulsão de lombrigas, use 80 gramas de sementes descascadas ( não retirar a película verde que envolve a semente), misturada com a mesma quantidade de açúcar e um pouco de leite. Tome pela manhã, em jejum, em única dose. Repita a mesma operação dois dias depois, porém, dividindo a porção em duas doses.
Para verrugas utilize o líquido do talo das folhas diretamente sobre o local vários dias seguidos.
Para queimaduras utilize as folhas amassadas sobre o local.
Para dor de ouvido utilize um pouco do sumo das folhas com água e pingue dentro do ouvido.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Café

Café

Nome científico: Coffea arabica, Coffea robusta e Coffea liberica.

Sinônimos: Não existem.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem árabe, é cultivado em praticamente todos os países de clima quente.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, bastante sol, clima quente durante o dia e com queda significativa de temperatura à noite.

Características: É uma pequena árvore de até 3,5 metros de altura com folhas simples, verde-brilhante, flores brancas, frutos vermelhos ou amarelos, de acordo com a espécie ou variedade.

Uso medicinal: É estimulante, antioxidante, bom para dor de cabeça e enxaqueca. Previne diabetes, mal de Parkinson, câncer de fígado, câncer de cólon e câncer de útero.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas e frutos (torrados ou in natura).

Dosagem e modo de usar: A mais comum é a bebida preparada usando-se o pó de suas sementes torradas, temperada de acordo com o gosto individual de cada um. Como antioxidante e preventivo de outros males, porém, é melhor preparar a bebida usando-se 15 gramas de folhas frescas ou 15 gramas de frutos frescos ou secos (sem torrar) por um litro de água. Beba de 2 a 3 xícaras por dia.

Contra-indicação: É contra-indicado para pessoas com problemas gástricos como úlcera ou gastrite, hipertensão, distúrbios cardíacos. Em excesso diminui a absorção de vitaminas B, C e ferro. Não é aconselhável o seu uso durante a gravidez.

Ótima saúde para todos!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Erva-preta

Erva-preta

Nome científico: Cordia verbenacea.

Sinônimos: Erva-baleeira, catinga-de-barão, Maria-milagrosa, pimenteira e salicilina.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos bem drenados, férteis, normalmente com alguma umidade como os solos de várzeas e litoral. Aprecia bastante sol.

Características: É um arbusto com até 2 metros de altura, com caule marrom-enegrecido, folha simples, peninervada, semi-áspera, verde-opaco. Flores pequenas, em cachos, brancas.

Uso medicinal:  É diurética, combate o reumatismo, gota, dor na coluna, dor muscular, sendo muito útil nas contusões.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar: Para uso interno, faça um chá com 10 gramas de folhas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia. Para uso externo, faça cataplasmas com as folhas e aplique sobre o local afetado.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Patinha-de-vaca

Patinha-de-vaca

Nome científico: Bauhinia ungulata.

Sinônimos: Pata-de-vaca-pequena e mororó.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de locais quentes e ensolarados, solos bem drenados, não sendo tão exigente quanto à acidez.

Características: É um arbusto que pode chegar a 4 metros de altura, com ramos delgados e flexíveis, folhas fendidas, semelhantes à uma pata de vaca, flores brancas com detalhes vermelhos.

Uso medicinal: Anti-inflamatório, combate infecções bucais e gengivais, ajuda na cicatrização de feridas bucais como, por exemplo, gengiva de dentes extraídos, cicatrizante externo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas.

Dosagem e modo de usar: Para bochechos ou banhos no local afetado, use 20 gramas de folhas por um litro de água. Para se fazer um chá, use 10 gramas de folhas por um litro de água. Beba de 3 a 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Maracujá

Maracujá

Nome científico: Existem mais de 450 espécies de maracujá, mas as três mais importantes são: Passiflora elata, Passiflora incarnata e Passiflora edulis.

Sinônimos: Flor-da-paixão, macujá-guaçu, maracujá-silvestre e passiflora.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É amplamente cultivada em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, com boa drenagem, sol em abundância e locais bem ventilados.

Características: É uma planta trepadeira, com folhas que podem ser simples a repicada, flores lindas, meio violetas, grandes, frutos arredondados, bastante conhecidos.

Uso medicinal: É um excelente calmante e ansiolítico, emenagogo, anti-inflamatório e analgésico.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Folhas, flores, frutos e sementes.

Dosagem e modo de usar: O fruto pode ser consumido in natura ou em forma de suco. As flores e folhas podem ser usadas na proporção de 15 gramas por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 5 xícaras por dia.

Importante: O uso do maracujá deve ser evitado por pessoas que fazem uso de medicamentos para depressão, pois, o uso do mesmo pode anular os efeitos de tais remédios.

Ótima saúde para todos! 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sucupira-preta

Sucupira-preta

Nome científico: Bowdichia virgilioides.

Sinônimos: Sucupira-do-cerrado, sucupira-açu, cutiúba, sucupira-do-campo, sepifirme, sucupira-da-praia, sebepira, paricarana, acariaçu e sicupira.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

Ambiente: Gosta de solos ácidos ou semi-ácidos, bem drenados, temperatura de média a alta e locais bem ensolarados.

Características: É uma árvore de até 16 metros de altura, com tronco reto ou com pouca tortuosidade, casca grossa, enrugada, copa com pouca densidade, folhas compostas pinadas, flores violeta e frutos em forma de vagens pequenas com uma única semente.

Uso medicinal: É adstringente, antidiabética, depurativa, combate o reumatismo, a artrite, asma, infecções bucais, manchas na pele e inflamações na garganta.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As sementes e a casca.

Dosagem e modo de usar: Para gargarejos ou bochechos, usar uma semente moída em uma xícara com água quente. Para os demais males, usar 10 gramas de casca por um litro de água, em infusão. Tomar 2 ou 3 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 15 de julho de 2014

Tangerina

Tangerina

Nome científico: Citrus reticulata.

Sinônimos: Mexerica e bergamota.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem incerta (não se sabe se origina-se do Sudeste asiático ou Sudoeste da China), mas muito cultivada e apreciada no Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, locais bem ventilados e bem iluminados (sol direto).

Características: É uma árvore pequena, até 3 metros de altura, bem esgalhada e densamente folhada, folhas simples, verde-brilhante, flores claras, em abundância, frutos suculentos, com casca meio rugosa (vai do verde-brilhante ao laranja, de acordo com a variedade), com odor característico.

Uso medicinal: Arteriosclerose, debilidade das vistas, gota, reumatismo, cálculos renais, tumores, endurecimentos cáusticos, cristalizações de ácido úrico, anti-inflamatória, possui propriedades bronco-dilatadoras e é uma excelente fonte de vitamina C.



   Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: O fruto.

Dosagem e modo de usar: Como fonte de vitamina C o fruto consumido in natura. Para as outras enfermidades, usar casca de uma tangerina batida no liquidificador com um litro de água. Coar e tomar de 3 a 5 xícaras por dia. Se preferir adoçar, use mel.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Quiabo (quiabeiro)

Quiabo (quiabeiro)

Nome científico: Abelmoschus esculentus.

Sinônimos: Abelmosco, benda, bendê, quilombó e quiabeiro-comum.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem africana, é bastante cultivado e apreciado em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, temperatura de amena à média, e locais bem ensolarados.

Características: Bem conhecido, é um arbusto de até 1,80 metro de altura, folhas palmífidas,  flores amarelas e fruto comprido, semelhante à uma pequena lança, aveludado.

Uso medicinal: É ótimo para a visão, para a pele, combate a úlcera estomacal, asma, normaliza o colesterol, previne o câncer do cólon e age como cicatrizante. Ainda está em teste o seu uso no combate à diabetes.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: As folhas e os frutos frescos.

Dosagem e modo de usar: 2 frutos cortados ao meio, colocados em um copo de água, deixado de molho por algumas horas e tomar (de preferência em jejum) todos os dias para o controle do colesterol ou tratamento de úlcera estomacal. 10 gramas de folhas surtem o mesmo efeito. Para tratamento de feridas faça cataplasma das folhas esmagadas.

Observação: Use medicamentos, mesmo naturais, com responsabilidade e sem exceder a dosagem recomendada.

Abraço!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Pau-jacaré

Pau-jacaré

Nome científico: Piptadenia gonoacantha.

Sinônimos: Angico-jacaré, monjolo, casco-de-jacaré e angico-branco (existem outras espécies com nome popular de angico branco).


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados e boa iluminação. É encontrado em matas ralas ou matas ciliares.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Características: É uma árvore de até 20 metros de altura, bem esgalhada, com tronco tortuoso, com pequenos espinhos e listras longitudinais que lembram um couro de jacaré. Possui folhas imparipenadas, ovais, pequenas, verde-brilhante.

Uso medicinal: É eficaz nas afecções respiratórias como asma e bronquite.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: A entrecasca fresca ou seca.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de entrecasca por um litro de água, por decocção. Tomar 4 a 5 xícaras por dia.

Observação: Use mel ou rapadura para adoçar.

Ótima saúde para todos!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Maxixe

Maxixe

Nome científico: Cucumis anguria.

Sinônimos: Maxixeiro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: De origem africana é bastante cultivada no Brasil, principalmente na região nordeste.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados e locais com boa exposição ao sol.

Características: É uma planta rasteira, folhas palmadas, recortadas, flores amarelo-creme, frutos ovais, recobertos por pelos meio espinhosos.

Uso medicinal: Possui propriedades anti-inflamatórias, é emoliente, vermífuga e um ótimo cicatrizante.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: O fruto in natura e as folhas.

Dosagem e modo de usar: O fruto pode ser consumido cru, em saladas e pode ser utilizado diretamente sobre feridas, espinhas, etc. O chá é feito utilizando-se 15 gramas de folhas frescas por um litro de água. Toma-se 3 a 4 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Guandu

Guandu

Nome científico: Cajanus indicus e Cajanus flavus.

Sinônimos: Guandeiro, cuandu, feijão-guandu, feijão-de-árvore e andu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Pode ser cultivado em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados, locais bem ventilados e exposição direta ao sol.

Características: É um arbusto de até 2,5 metros de altura, bem esgalhado, folhas simples, meio aveludadas, verde-claro. O fruto é uma vagem semelhante à do feijão, aveludado e oleoso. É comestível e bastante saboroso.

Uso medicinal: Tem ação adstringente, emoliente, é um ótimo anti-inflamatório e depurativo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: A vagem verde ou madura (não seca) e as folhas.

Dosagem e modo de usar: 15 gramas de vagem ou folha por um litro de água, por maceração. Tomar 4 ou 5 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Candelabro

Candelabro

Nome científico:  cassia alata.

Sinônimos: Mata-pasto, Maria-preta e fedegoso-de-folhas-largas.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos férteis e úmidos, normalmente em várzeas. Aprecia boa luminosidade.

Características: É um arbusto com até 2 metros de altura, com folhas compostas, paripenadas, obovadas, verde-escuro, flores paniculadas, amarelo-ouro.

Uso medicinal: Combate febres, tem ação tônica e emoliente e é um ótimo depurativo.

Partes usadas: Flores e folhas secas.

Dosagem e modo de usar: De 3 a 5 gramas de flores ou folhas secas por um litro de água. tomar de 3 a 4 xícaras por dia.

Observação: Comunique seu médico sobre o uso de remédios, mesmo que naturais, pois, o uso concomitante com outros medicamentos pode ser prejudicial ou anular seu efeito. Nunca exceda a dose recomendada.
Ótima saúde para todos!

sábado, 7 de junho de 2014

Perpétua

Perpétua

Nome científico: Gomphrena globosa.

Sinônimos: Suspiro, suspiro-roxo, amarantoide-violeta, imortal, amaranto-globoso, perpétua-roxa.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Panamá e Guatemala.

Ambiente: Gosta de solos férteis, bem drenados e sol direto.

Características: Planta de até 50 centímetros de altura com folhas inteiras oblanceoladas, verde-brilhante, com flores roxas.

Uso medicinal: Muito útil nas afecções das vias respiratórias.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Partes usadas: Flores.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de flores por um litro de água, em infusão. Tomar de 3 a 4 xícaras por dia.

Ótima saúde para todos!