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sábado, 30 de janeiro de 2016

Cipó-prata

Cipó-prata

Nome científico: Banisteria argyrophyla.

Sinônimo: Banistéria.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, no bioma do cerrado e parte da caatinga.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados, luminosidade intensa e locais bem ventilados.

Características: É uma trepadeira arbustiva, formando touceiras, com tronco e galhos delgados, folhas simples, inteiras, ovadas, opostas, parimpenadas, verde-escuras na parte de cima e verde-esbranquiçadas por baixo. Apresenta cachos com flores amarelas.

Uso medicinal: Afecções renais e da vesícula, combate o ácido úrico e é um excelente antiinflamatório.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: Raiz, ramos e flores secos.

Dosagem e modo de usar: 10 gramas de flores, folhas ou raíz, secas, por um litro de água. Tomar 2 ou 3 xícaras de café por dia. Não adoçar.

Ótima saúde para todos!

domingo, 24 de janeiro de 2016

Pimenta-longa

Pimenta-longa

Nome científico: Piper aduncum.

Sinônimos: Tapa-buraco, pimenta-do-fruto ganchoso, falso-jaborandi e erva-de-jabuti.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase todo o Brasil. Gosta de matas ciliares, matas de galeria e orlas de mata atlântica e amazônica.

Ambiente: Gosta de solos férteis e bem drenados, meia-sombra e locais bem ventilados.

Características: É um arbusto bastante esgalhado, com até 2 metros de altura, folhas simples, inteiras, ovadas, flores e frutos em cachos curvos, como visto na foto acima.

Uso medicinal: Usado com sucesso no tratamento de feridas, hemorroidas, cistite, infecções nos rins e uretra, diarreia e disenteria.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Partes usadas: As folhas.

Dosagem e modo de usar:  Para feridas use o sumo das folhas verdes espremidas diretamente no local afetado. Acelera bastante a cicatrização. Para as outras doenças, faça um chá com 10 gramas de folhas secas por um litro de água. Beba de 3 a 5 xícaras por dia.

Observação: Se for adoçar, dê preferência ao mel, açúcar mascavo ou rapadura.

Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pau-santo

Pau-santo

Nome científico: Kielmeyera coriacea, kielmeyera falcata, Kielmeyera oblonga e Matiniera arborea.

Sinônimos: Boizinho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil. ocorre no cerrado, na amazônia e em parte da mata atlântica.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, pouco esgalhada, tronco liso, casca grossa, folhas oblanceoladas, verde-foscas, flores róseas. Floresce em outubro e novembro e frutifica em dezembro. No inverno cai as folhas.

Uso medicinal: É analgésico, combate verminoses como a causada pelo Schistosoma mansoli, causador da "barriga d'água, é antifúngico, tratando principlamente da candidíase, ansiolítico e antidepressivo.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Folhas secas e entrecasca.

Dosagem e modo de usar: Para banhos nas regiões íntimas, utilize 50 gramas de folhas secas ou entrecasca por um litro de água em cocção. Para chá, utilize 15 gramas de folhas ou entrecasca por um litro de água. Não utilize açúcar ou qualquer outro adoçante. Beba de 3 a 4 xícaras por dia.
Ótima saúde para todos!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Jalapa-do-cerrado

Jalapa-do-cerrado

Nome científico: Mandevilla ilustris.

Sinônimos: Jalapa.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná. É típica do cerrado brasileiro.

Características: É uma planta de brotação anual. Nos meses de abril a agosto entra em dormência, ficando apenas o seu tubérculo enterrado. Possui folhas opostas, ovais, coreáceas, verde-brilhantes. Flor rósea, com cerca de 8 centímetros de diâmetro.

Uso medicinal: É excelente para as afecções da pele e para a pele em geral. Trata também de enfermidades respiratórias como tosses, por exemplo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Partes usadas: Apenas o tubérculo.

Dosagem e modo de usar: Pode ser feito um doce ou um xarope, usando-se partes iguais do tubérculo e açúcar mascavo ou rapadura. O doce pode ser comsumido numa medida de 30 gramas diários e o xarope, duas colheres de sopa por dia.

Observação: Devido à grande exploração medicinal dessa planta, ela corre risco de extinção. Portanto, quando encontrá-la com sementes, faça sua multiplicação, palntando em locais apropriados, afinal, o recurso natural precisa ser preservado.

Ótima saúde para todos!